Paulo Humberto
Paulo Humberto Correa Pimentel · nasceu em 1963
Paulo Humberto se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PL (2008), REPUBLICANOS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, até o fundamental, taxista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Humberto declarou R$ 24,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 16,3 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Paulo HumbertoR$ 24,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Humberto declarou ao TSE R$ 8,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 6,8 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Santarém Novo (PA) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.33983,3%
- Outros candidatosR$ 26816,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.20575%
- OutrosR$ 40225%
Quanto custou cada voto: vereador, Santarém Novo (PA), 2008
Mediana da disputa: R$ 83,5 por voto. Quem venceu, Gladistone, gastou R$ 37 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.456; o mais barato, R$ 37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Bolo DEMR$ 10 mil · 7 votosR$ 1.456
- Baixinho DEMR$ 12 mil · 41 votosR$ 302
- Augusto DEMR$ 12 mil · 58 votosR$ 211
- Flavio PTBR$ 5,6 mil · 36 votosR$ 156
- Sabina MDBR$ 14 mil · 172 votosR$ 83,5
- Odinelson PTBR$ 11 mil · 172 votosR$ 61,5
- Fred PTR$ 7,5 mil · 136 votosR$ 55,1
- Denis Portuga PLR$ 10 mil · 277 votosR$ 37,7
- Gladistone PPR$ 7,2 mil · 196 votosR$ 37
Votos por real
- 2008, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.