Paulo Henrique
Paulo Henrique de Sousa · nasceu em 1938
Paulo Henrique se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PSB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 74 anos, superior completo, militar reformado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008Vereador · Sucupira do Riachão (MA)PSB 40123· centro-esquerda· na urna, Paulo Henrique, Pheleito166 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Henrique declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 34 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 946,4 mil acima da inflação.
Declarou 34 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2012.
- Paulo HenriqueR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa propriaR$ 657,4 milCasa
- Apartamento localizado a rua antonio valdevino costa N308…R$ 372,5 milApartamento
- Caminhonete S-10 ano/modelo 2010 placa NMR-9341R$ 146,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Duas glebas de terra -chamadas de barrocaoR$ 54,8 milTerra nua
- Gleba de terra na data jenipapeiroR$ 43,8 milTerra nua
- Terreno localizadoR$ 43,8 milTerreno
- Capital em poupançaR$ 22,6 milOutros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Henrique declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 25 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Sucupira do Riachão (MA) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 17,1 mil67,1%
- Material impressoR$ 6.19124,4%
- ServiçosR$ 2.1668,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Sucupira do Riachão (MA), 2012
Paulo Henrique: R$ 273 por voto (mediana da disputa, R$ 103). Quem venceu, Moises Neto, gastou R$ 38,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 273; o mais barato, R$ 38,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Henrique. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Henrique PSBR$ 25 mil · 93 votosR$ 273
- Natan REPUBLICANOSR$ 10 mil · 57 votosR$ 177
- Elorena Fernandes MOBILIZAR$ 14 mil · 80 votosR$ 175
- Marcia Do Zé Grandão PSCR$ 10 mil · 74 votosR$ 141
- Jorge PRTBR$ 11 mil · 99 votosR$ 114
- Antonio Luiz PVR$ 21 mil · 200 votosR$ 105
- Jose Henrique PLR$ 12 mil · 116 votosR$ 103
- Sapucaia DEMR$ 11 mil · 132 votosR$ 80,1
- Artur DEMR$ 12 mil · 195 votosR$ 60,4
- Cidrão PPR$ 10 mil · 176 votosR$ 57,2
- Pedro Henrique MDBR$ 10 mil · 261 votosR$ 39
- Moises Neto DEMR$ 11 mil · 289 votosR$ 38,3
Votos por real
- 2012, vereador: 3,7 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.