Paulo Henrique
Paulo Henrique Andrade · nasceu em 1984
Paulo Henrique se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Henrique declarou R$ 594,3 mil em bens, em reais de hoje: 34 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 248,1 mil acima da inflação.
Declarou 34 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Paulo HenriqueR$ 594,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Lr/discovery stpR$ 179,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Apto n. 24 - Rua Marechal Floriano Peixoto, n.525…R$ 158,2 milApartamento
- Banco bradescoR$ 113,8 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Rua Paes LemesR$ 57,5 milCasa
- Mapfre - VGBL / CNPJ: 04.046.576/0001-40R$ 47,7 milPrevidência VGBL
- Banco bradescoR$ 30,4 milConsórcio não contemplado
- Capital da firma individual paulo henrique andradeR$ 7.182Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Henrique declarou ao TSE R$ 137 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 78 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tupã (SP) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 47,6 mil81,2%
- Próprio bolsoR$ 11 mil18,8%
Para onde foi
- Pessoal27 pessoas, não nomeadasR$ 28,8 mil59,9%
- InternetR$ 4.1618,6%
- EventosR$ 2.5535,3%
- EscritórioR$ 1320,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Tupã (SP), 2020
Paulo Henrique: R$ 55,5 por voto (mediana da disputa, R$ 60,9). Quem venceu, Renatinho Da Garagem, gastou R$ 23,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 23,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Henrique. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sillas Ferrão PVR$ 28 mil · 209 votosR$ 135
- Policial Fábio Luiz PLR$ 18 mil · 199 votosR$ 91,8
- Subtenente Carlos PPR$ 21 mil · 279 votosR$ 76,3
- Celso Bozza PLR$ 38 mil · 529 votosR$ 71,9
- Tiago Matias PPR$ 24 mil · 362 votosR$ 65,8
- Valter Moreno PLR$ 28 mil · 439 votosR$ 63,2
- Cabo Pastor Osmídio Castilho PLR$ 23 mil · 375 votosR$ 60,9
- Paulo Henrique PSDBR$ 48 mil · 867 votosR$ 55,5
- Alexandre Scombatti PLR$ 25 mil · 584 votosR$ 42,7
- Ribeirão PPR$ 23 mil · 716 votosR$ 32,6
- Brito Da Saúde PVR$ 14 mil · 462 votosR$ 30,4
- Renatinho Da Garagem PLR$ 17 mil · 727 votosR$ 23,5
Votos por real
- 2020, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.