Paulo Henrique
Paulo Henrique Cenachi de Freitas · nasceu em 1974
Paulo Henrique se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2008), PSDB (2012–2016), PSL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, ensino médio, piloto de aviação comercial, navegador, mecânico de vôo e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Rio Doce (MG)PSL 17· direitaNa chapa de Israel Nicaciochapa não eleita238 votos da chapa, 11,4%
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Henrique declarou R$ 2.298 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 20,6 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Henrique declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 513.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rio Doce (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 35168,5%
- PessoasR$ 16231,5%
Para onde foi
- ServiçosR$ 40578,9%
- Material impressoR$ 10821,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Doce (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 40,4 por voto. Quem venceu, Carlinhos Filho, gastou R$ 20,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.772; o mais barato, R$ 20,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zeze PSDBR$ 38 mil · 10 votosR$ 3.772
- Israel Nicacio PSDBR$ 38 mil · 120 votosR$ 319
- Zequinha PSDBR$ 6,6 mil · 28 votosR$ 237
- Sandro Do Gueto PVR$ 27 mil · 125 votosR$ 212
- Claudinho Baldoino DCR$ 2,3 mil · 39 votosR$ 57,8
- Zezinho PSBR$ 2,4 mil · 56 votosR$ 43,6
- Zé Enir PTR$ 2,8 mil · 69 votosR$ 40,4
- Bastião De Zito PSBR$ 2,2 mil · 71 votosR$ 30,9
- Xande Gambá DCR$ 2,6 mil · 98 votosR$ 26,3
- Bilô PSBR$ 2,2 mil · 86 votosR$ 25,9
- Fernando Do Jorge REPUBLICANOSR$ 2,6 mil · 117 votosR$ 21,9
- Carlinhos Filho PTR$ 2,5 mil · 123 votosR$ 20,3
Votos por real
- 2016, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.