Paulo Doido
Paulo Cosme da Silva · nasceu em 1963
Paulo Doido se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2008), PRP (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, até o fundamental, mecânico de manutenção. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Doido declarou R$ 32,9 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Doido declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Gravatá (PE) · PDT · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 10,7 mil79,8%
- Próprio bolsoR$ 2.71520,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 13 mil96,8%
- EscritórioR$ 4283,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Gravatá (PE), 2008
Mediana da disputa: R$ 21 por voto. Quem venceu, Pedro Martiniano, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,7; o mais barato, R$ 11,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pudim PDTR$ 40 mil · 438 votosR$ 91,7
- Junior De Obras MDBR$ 74 mil · 925 votosR$ 80,4
- Orlando Do Sindicato PSLR$ 24 mil · 365 votosR$ 66,4
- Danilo Melo MDBR$ 50 mil · 1.180 votosR$ 42,3
- Fernando Resende PSBR$ 40 mil · 1.458 votosR$ 27,5
- Júnior De Paulo PRPR$ 53 mil · 2.357 votosR$ 22,7
- Sales PDTR$ 33 mil · 1.572 votosR$ 21
- Gustavo Da Serraria PSCR$ 16 mil · 998 votosR$ 16,1
- Regis Da Compesa PSLR$ 20 mil · 1.305 votosR$ 15,4
- Paulo Farias PSLR$ 18 mil · 1.148 votosR$ 15,4
- Elson Campos PSDBR$ 17 mil · 1.398 votosR$ 11,9
- Pedro Martiniano REPUBLICANOSR$ 26 mil · 2.270 votosR$ 11,3
Votos por real
- 2008, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.