Paulo do Muro
Paulo Francisco · nasceu em 1955
Paulo do Muro se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2008), DC (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo do Muro declarou R$ 471,2 mil em bens, em reais de hoje: 22 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo.
Declarou 22 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2016.
- Paulo do MuroR$ 471,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 121 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo do Muro declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Muqui (ES) · DC · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Muqui (ES), 2016
Mediana da disputa: R$ 15,8 por voto. Quem venceu, José Marcos De Castro, gastou R$ 7,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 351; o mais barato, R$ 7,57.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Diego Matteini DCR$ 3,9 mil · 11 votosR$ 351
- Amarildo Lugão (Puruca) PTR$ 9,4 mil · 79 votosR$ 120
- Vera Lúcia PSDBR$ 2,8 mil · 38 votosR$ 72,9
- Eros Prucoli CIDADANIAR$ 11 mil · 203 votosR$ 52,2
- Alessandro Mateus MDBR$ 6,8 mil · 160 votosR$ 42,5
- Cacai PTR$ 4,6 mil · 165 votosR$ 28,1
- Tadeu MDBR$ 5,7 mil · 360 votosR$ 15,8
- Roninho Bola 7 PSDBR$ 3,5 mil · 278 votosR$ 12,5
- Tunicão PSDBR$ 2,5 mil · 207 votosR$ 12
- Teté CIDADANIAR$ 3 mil · 338 votosR$ 8,81
- Camarão DEMR$ 2,3 mil · 297 votosR$ 7,91
- José Marcos De Castro PSBR$ 3,5 mil · 469 votosR$ 7,57
Votos por real
- 2016, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.