Apuração
Vereador · 2024 · PSB

Paulo Divéi

Paulo Santana Gomes · nasceu em 1979

Paulo Divéi se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,12← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PTB2020REPUBLICANOS2024PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2024.

Passou por 3 partidos: PTB (2016), REPUBLICANOS (2020), PSB (2024).

VereadorPartidoPTBREPUBLICANOSPSB20162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 45 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. A cor declarada mudou: amarela em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PSB 40123· centro-esquerda
    eleito289 votos
  2. 2020
    REPUBLICANOS 10000· direita· na urna, Paulo do Divei
    suplente216 votos
  3. 2016
    PTB 14111· centro-direita· na urna, Paulo do Divei
    eleito378 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Paulo Divéi declarou R$ 53,9 mil em bens, em reais de hoje: 8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 9.496, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 53,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 37.500 na declaração)

Declarou 8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.

  • Paulo DivéiR$ 53,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 6.751
  • Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 53,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Paulo Divéi declarou ao TSE R$ 486 em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Sucupira do Norte (MA) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 486
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 486
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Sucupira do Norte (MA), 2016

Mediana da disputa: R$ 36,3 por voto. Quem venceu, Enyo Dourado, gastou R$ 17,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.093; o mais barato, R$ 17,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 378 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.