Paulo Decconto
Paulo Cesar Decconto · nasceu em 1975
Paulo Decconto disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Dois Lajeados (RS)), pelo DEM: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 33 anos, ensino médio, trabalhador metalúrgico e siderúrgico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulo Decconto declarou R$ 199,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Paulo DeccontoR$ 199,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Paulo Decconto declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Dois Lajeados (RS) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.09293,2%
- PartidoR$ 806,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.09293,2%
- OutrosR$ 806,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Dois Lajeados (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 11,7 por voto. Quem venceu, Moacir Olmi, gastou R$ 7,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 71,2; o mais barato, R$ 7,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Frighetto PTR$ 1,4 mil · 20 votosR$ 71,2
- Alex Ziglioli Pacheco PPR$ 2,7 mil · 110 votosR$ 24,8
- Milton Invernizzi MDBR$ 2 mil · 99 votosR$ 19,9
- Eder DEMR$ 1,7 mil · 97 votosR$ 17,3
- Tito PPR$ 2 mil · 130 votosR$ 15,1
- Olmir Bedin PPR$ 2 mil · 137 votosR$ 15
- Zanini MDBR$ 1,5 mil · 126 votosR$ 11,7
- Jovir Frighetto MDBR$ 1,7 mil · 161 votosR$ 10,8
- Fabricio Geremia MDBR$ 1,7 mil · 178 votosR$ 9,46
- Spagnollo MDBR$ 1,5 mil · 170 votosR$ 9,02
- Grando PPR$ 1,2 mil · 162 votosR$ 7,69
- Moacir Olmi PTR$ 1,4 mil · 203 votosR$ 7,14
Votos por real
- 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.