Apuração
Deputado estadual · 2014 · PT

Paulo de Tarso

Paulo de Tarso Batista · nasceu em 1960

Paulo de Tarso disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Goiás), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,39← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPT2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 53 anos, superior completo, economista, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Goiás
    PT 13789· centro-esquerda
    suplente10.436 votos; 90º mais votado de 717 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Paulo de Tarso teve 10.436 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 90º lugar entre 717 candidatos.

Recebeu votos em 153 cidades. Goiânia deu 64,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,6%.

10.436 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 10.436 votos.
  1. Goiânia (GO)6.682 votos64%
  2. Aparecida de Goiânia (GO)561 votos5,4%
  3. Goiás (GO)525 votos5%
  4. Aragarças (GO)422 votos4%
  5. Jussara (GO)219 votos2,1%
  6. Outras 138 cidades873 votos8,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Paulo de Tarso declarou R$ 310,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 310,3 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 160.000 na declaração)

Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2014.

  • Paulo de TarsoR$ 310,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 129 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 310,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Paulo de Tarso declarou ao TSE R$ 917 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Goiás · PT · suplente

De onde veio

R$ 917,3 mil
0% veio de fundos públicos; 21 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 917,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas21 pessoas, não nomeadasR$ 227,7 mil24,8%

Para onde foi

R$ 917,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 917,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 19,2 mil2,1%
  2. OutrosR$ 1.0060,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2014

Mediana da disputa: R$ 91,7 por voto. Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 41,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 591; o mais barato, R$ 41,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 11 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.