Apuração
Vereador · 2008 · PV

Paulo de Moço

Antonio Paulo Coimbra Gonzaga · nasceu em 1959

Paulo de Moço se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPV+0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: DEM (2004), PV (2008).

VereadorPartidoDEMPV200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2008: 49 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Curaçá (BA)
    PV 43123· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2004
    Vereador · Curaçá (BA)
    DEM 25000· direita
    eleito559 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Paulo de Moço declarou R$ 5,1 mi em bens, em reais de hoje: 126 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 5,1 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.885.000 na declaração)

Declarou 126 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.

  • Paulo de MoçoR$ 5,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil

Cada quadrado, R$ 200 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 5,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Um imóvel ruralR$ 4 mi
    Bens rurais e animais
  2. Uma casa residencialR$ 512,3 mil
    Imóveis
  3. Um trator 275 maseyR$ 161,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Uma fazenda aroeiraR$ 134,8 mil
    Bens rurais e animais
  5. Um toyota rillux ano 98R$ 134,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. 500 Cabeças de OVELHA/200 bovinosR$ 94,4 mil
    Bens rurais e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Paulo de Moço declarou ao TSE R$ 41 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Curaçá (BA) · PV · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 41,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 37,6 mil90,9%
  2. PessoasR$ 3.7629,1%

Para onde foi

R$ 41,4 mil
O maior gasto foi com transporte: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,4 mil.
  1. TransporteR$ 20,5 mil49,5%
  2. OutrosR$ 15,8 mil38,2%
  3. Material impressoR$ 4.37810,6%
  4. EscritórioR$ 7361,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Curaçá (BA), 2008

Mediana da disputa: R$ 18,6 por voto. Quem venceu, Pedro Oliveira, gastou R$ 6,30 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,6; o mais barato, R$ 6,30.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Junior Da Otica, Juninho,Josué PSBR$ 9,6 mil · 110 votosR$ 87,6
  • Luciano Lugori PSOLR$ 6 mil · 83 votosR$ 72,6
  • Balbina PTR$ 6,5 mil · 132 votosR$ 49
  • Sulidade PTR$ 7 mil · 152 votosR$ 45,9
  • Theodomiro Mendes PLR$ 24 mil · 937 votosR$ 25,2
  • Flambinho PTR$ 22 mil · 1.169 votosR$ 18,6
  • Dedé PDTR$ 10 mil · 673 votosR$ 15,2
  • Baé PDTR$ 18 mil · 1.158 votosR$ 15,2
  • Onofre MDBR$ 11 mil · 760 votosR$ 14
  • Valberto PSDBR$ 5,6 mil · 806 votosR$ 6,95
  • Pedro Oliveira PSCR$ 6,7 mil · 1.055 votosR$ 6,30

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.