Apuração
Prefeito · 2012 · DC

Paulo da Sucam

Paulo Roberto de Paula · nasceu em 1949

Paulo da Sucam se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDC+0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DC2012DC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo DC.

PrefeitoPartidoDC20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    DC 27· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2004
    DC 27· direita· na urna, Paulo da Sucam - Paulao
    não eleito31 votos, 0,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Paulo da Sucam declarou R$ 383,5 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 383,5 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 175.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.

  • Paulo da SucamR$ 383,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 383,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo da Sucam declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Rio Pardo de Minas (MG) · DC · candidatura não chegou à urna

De onde veio

Nada declarado em 2012.

Para onde foi

R$ 2.084
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: prefeito, Rio Pardo de Minas (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 41 por voto. Quem venceu, Dr. Jovelino, gastou R$ 35,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 45,9; o mais barato, R$ 35,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 2,9 votos por R$ 1.000, 9% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.