Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Paulo da Kombi

Antonio Paulo Ribeiro da Silva · nasceu em 1957

Paulo da Kombi se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Milagres (BA)
    MDB 15777· centro-direita
    suplente212 votos
  2. 2012
    Vereador · Milagres (BA)
    MDB 15777· centro-direita
    eleito311 votos
  3. 2008
    Vereador · Milagres (BA)
    MDB 15777· centro
    suplente180 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Paulo da Kombi declarou R$ 54,8 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 14,3 mil acima da inflação.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 54,8 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 25.000 na declaração)

Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.

  • Paulo da KombiR$ 54,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 54,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo da Kombi declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Milagres (BA) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 2.353
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.353.
  1. Próprio bolsoR$ 1.64069,7%
  2. PessoasR$ 38916,5%
  3. PartidoR$ 32413,8%

Para onde foi

R$ 2.353
O maior gasto foi com pessoal: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.353.
  1. PessoalR$ 1.11747,5%
  2. TransporteR$ 54623,2%
  3. ServiçosR$ 32413,8%
  4. EscritórioR$ 1606,8%
  5. Material impressoR$ 1215,2%
  6. EventosR$ 843,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Milagres (BA), 2016

Mediana da disputa: R$ 12,7 por voto. Quem venceu, Regina, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 329; o mais barato, R$ 11,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Iranusa De João Da Água PSBR$ 4,9 mil · 15 votosR$ 329
  • Nilzete Maxixi PSDBR$ 3,7 mil · 24 votosR$ 156
  • Afrânio PC do BR$ 3,8 mil · 66 votosR$ 56,9
  • Uranio PLR$ 3,6 mil · 157 votosR$ 23,1
  • Nelly Borges PSLR$ 3,8 mil · 212 votosR$ 18,2
  • Neto PSDR$ 4,7 mil · 338 votosR$ 14
  • Jô De Dilza PSLR$ 3,7 mil · 290 votosR$ 12,7
  • Ro PLR$ 4,3 mil · 339 votosR$ 12,6
  • Luiz De Adério PPR$ 3,7 mil · 306 votosR$ 12,2
  • Evanilson PPR$ 3,8 mil · 312 votosR$ 12,2
  • Roberto De Lourival PC do BR$ 3,7 mil · 307 votosR$ 12,2
  • Regina PTBR$ 4 mil · 349 votosR$ 11,6

Votos por real

  • 2016, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 311 votos por R$ 1.000, 6,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.