Paulo da Kombi
Antonio Paulo Ribeiro da Silva · nasceu em 1957
Paulo da Kombi se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo da Kombi declarou R$ 54,8 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 14,3 mil acima da inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- Paulo da KombiR$ 54,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo da Kombi declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Milagres (BA) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.64069,7%
- PessoasR$ 38916,5%
- PartidoR$ 32413,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.11747,5%
- TransporteR$ 54623,2%
- ServiçosR$ 32413,8%
- EscritórioR$ 1606,8%
- Material impressoR$ 1215,2%
- EventosR$ 843,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Milagres (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 12,7 por voto. Quem venceu, Regina, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 329; o mais barato, R$ 11,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Iranusa De João Da Água PSBR$ 4,9 mil · 15 votosR$ 329
- Nilzete Maxixi PSDBR$ 3,7 mil · 24 votosR$ 156
- Afrânio PC do BR$ 3,8 mil · 66 votosR$ 56,9
- Uranio PLR$ 3,6 mil · 157 votosR$ 23,1
- Nelly Borges PSLR$ 3,8 mil · 212 votosR$ 18,2
- Neto PSDR$ 4,7 mil · 338 votosR$ 14
- Jô De Dilza PSLR$ 3,7 mil · 290 votosR$ 12,7
- Ro PLR$ 4,3 mil · 339 votosR$ 12,6
- Luiz De Adério PPR$ 3,7 mil · 306 votosR$ 12,2
- Evanilson PPR$ 3,8 mil · 312 votosR$ 12,2
- Roberto De Lourival PC do BR$ 3,7 mil · 307 votosR$ 12,2
- Regina PTBR$ 4 mil · 349 votosR$ 11,6
Votos por real
- 2016, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 311 votos por R$ 1.000, 6,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.