Apuração
Deputado estadual · 2010 · PP

Paulo da Fonte

Paulo Evaristo da Fonte · nasceu em 1959

Paulo da Fonte se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2006PL2008PL2010PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: DEM (2004), PL (2006–2008), PP (2010).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoDEMPLPP2004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2010: 50 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · São Paulo
    PP 11600· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    Prefeito · Mirandópolis (SP)
    PL 22· direita· na urna, Paulinho da Fonte
    não eleito606 votos, 4,2%
  3. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PL 22688· direita· na urna, Paulinho da Fonte
    suplente1.466 votos; 795º mais votado de 1.520 no estado
  4. 2004
    Vereador · Mirandópolis (SP)
    DEM 25688· direita· na urna, Paulinho da Fonte
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Paulo da Fonte teve 1.466 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 795º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 33 cidades. Mirandópolis deu 79,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,4%.

1.466 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.466 votos.
  1. Mirandópolis (SP)1.165 votos79,5%
  2. Santo André (SP)65 votos4,4%
  3. Lavínia (SP)45 votos3,1%
  4. São Paulo (SP)39 votos2,7%
  5. Valparaíso (SP)39 votos2,7%
  6. Outras 18 cidades23 votos1,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Paulo da Fonte declarou R$ 400,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 194,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 400,6 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 162.000 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2010.

  • Paulo da FonteR$ 400,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 147,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 400,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Rua Rafael PereiraR$ 123,6 mil
    Casa
  2. Consorcio Caixa Economica FederalR$ 123,6 mil
    Outros fundos
  3. Renault 2008R$ 98,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Terreno - MirandopolisR$ 44,5 mil
    Terreno
  5. Rua Bahia - MirandopolisR$ 9.891
    Casa

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo da Fonte declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 29 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeito · Mirandópolis (SP) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 29,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 13,2 mil45%
  2. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 12,1 mil41,4%
  3. Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 2.2227,6%
  4. Outros candidatosTudo de Jaime Ribeiro Dos SantosR$ 1.7626%

Para onde foi

R$ 29,2 mil
O maior gasto foi com outros: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 960,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Mirandópolis (SP), 2008

Paulinho Da Fonte: R$ 48,2 por voto (mediana da disputa, R$ 28,4). Quem venceu, Zé Antonio, gastou R$ 28,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,2; o mais barato, R$ 11,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulinho Da Fonte. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 50 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.