Paulão da Farmacia
Paulo Sergio Osti · nasceu em 1964
Paulão da Farmacia se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PT (2008–2012), PL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulão da Farmacia declarou R$ 126,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 44,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Paulão da FarmaciaR$ 126,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Dinheiro em poderR$ 61,7 milDinheiro em espécie
- Umpredio residencial sito a rua benjamin lopes filhoR$ 48,7 milCasa
- Um veiculo marca volks modelo voyage 1992R$ 9.748Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veiculo marca volks modelo fusca ano 1978R$ 6.499Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulão da Farmacia declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 17 mil, 95% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Serra Negra (SP) · PL · eleito
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Partido ProgressistaR$ 16,2 mil95%
- Outros candidatosR$ 6964,1%
- PessoasR$ 1620,9%
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto Abelha Ltda.R$ 1.6199,5%
- ServiçosR$ 1620,9%
- EscritórioR$ 650,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Serra Negra (SP), 2016
Paulão Da Farmacia: R$ 26,5 por voto (mediana da disputa, R$ 36,3). Quem venceu, Felipe Do To, gastou R$ 19,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 161; o mais barato, R$ 19,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulão Da Farmacia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Andre Do Zuza PSCR$ 18 mil · 110 votosR$ 161
- Falcao DEMR$ 19 mil · 280 votosR$ 66,6
- Danilo Da Farmacia DEMR$ 15 mil · 292 votosR$ 51,9
- Paulinho Giannini DEMR$ 17 mil · 373 votosR$ 44,9
- Rita Pinton Da Educacao DEMR$ 19 mil · 461 votosR$ 40,4
- Leo Da Ambulancia AVANTER$ 16 mil · 391 votosR$ 39,7
- Eduardo Barbosa MDBR$ 18 mil · 485 votosR$ 36,3
- Marquezini PTBR$ 14 mil · 396 votosR$ 34,5
- Roberto PTBR$ 16 mil · 497 votosR$ 32,9
- Paulão Da Farmacia PLR$ 17 mil · 644 votosR$ 26,5
- Waguinho Do Hospital DEMR$ 17 mil · 747 votosR$ 23,2
- Felipe Do To DEMR$ 16 mil · 858 votosR$ 19,2
Votos por real
- 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 160 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.