Paulo Curador
Paulo Antonio dos Santos · nasceu em 1963
Paulo Curador se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: REPUBLICANOS (2012), MDB (2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Estrela de Alagoas (AL)MDB 15666· centro-direita· na urna, Paulo Antôniosuplente146 votos
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Curador declarou R$ 65,7 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Curador declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Estrela de Alagoas (AL) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 1.45752%
- ServiçosR$ 1.05237,6%
- Material impressoR$ 29110,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Estrela de Alagoas (AL), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,9 por voto. Quem venceu, Geildo Rocha, gastou R$ 18,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 18,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antônio Carlos PSDBR$ 8,2 mil · 55 votosR$ 149
- Ary Fausto MDBR$ 26 mil · 269 votosR$ 94,8
- Gilberto Henrique PSDBR$ 12 mil · 158 votosR$ 74,8
- Ril Garrote PPR$ 16 mil · 374 votosR$ 42
- Genilda Pereira PPR$ 10 mil · 335 votosR$ 29,9
- Wilson Garrote PPR$ 15 mil · 496 votosR$ 29,3
- Elza Moura PPR$ 15 mil · 539 votosR$ 26,9
- Helinho DEMR$ 9,4 mil · 368 votosR$ 25,5
- Professor Roberto MDBR$ 15 mil · 603 votosR$ 25,2
- Nilton Marques PSBR$ 17 mil · 670 votosR$ 25,1
- Valdo Do Queno PPR$ 11 mil · 581 votosR$ 19,8
- Geildo Rocha PPR$ 8,6 mil · 475 votosR$ 18,1
Votos por real
- 2016, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.