Apuração
Prefeito · 2016 · PSD

Paulo Roberto Cordeiro

nasceu em 1963

Paulo Roberto Cordeiro se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,46← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2012DEM2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: MDB (2004), DEM (2012), PSD (2016).

PrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoMDBDEMPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, ensino médio, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSD 55· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Vice-prefeito · Passo de Torres (SC)
    DEM 25· direita· na urna, Paulo Cordeiro
    Na chapa de Godinho
    chapa eleita2.352 votos da chapa, 54,1%
  3. 2004
    MDB 15615· centro· na urna, Paulo Cordeiro
    eleito202 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulo Roberto Cordeiro declarou R$ 113,7 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 113,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 70.000 na declaração)

Declarou 19% da mediana dos candidatos a prefeito em Santa Catarina em 2016.

  • Paulo Roberto CordeiroR$ 113,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 601,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 615,1 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 113,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Roberto Cordeiro declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 20 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Passo de Torres (SC) · PSD · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 20,2 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,2 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 15 mil74,2%
  2. Próprio bolsoR$ 5.21525,8%

Para onde foi

R$ 20,2 mil
O maior gasto foi com serviços: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 11,3 mil56,1%
  2. Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 3.64318%

Quanto custou cada voto: prefeito, Passo de Torres (SC), 2016

Mediana da disputa: R$ 14,1 por voto. Quem venceu, Jonas, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 22,2; o mais barato, R$ 13,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Neusa Matos PSBR$ 1,6 mil · 73 votosR$ 22,2
  • Godinho PSDR$ 28 mil · 1.998 votosR$ 14,1
  • Jonas MDBR$ 39 mil · 2.795 votosR$ 13,8

Votos por real

  • 2004, vereador: 40 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.