Paulo Cesar Pé Preto
Paulo Cesar Padilha da Silva · nasceu em 1978
Paulo Cesar Pé Preto se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2012), PDT (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Cesar Pé Preto declarou R$ 27,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 18,9 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 38% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Paulo Cesar Pé PretoR$ 27,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Cesar Pé Preto declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jaquirana (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 35767,7%
- PartidoR$ 17032,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 32892,1%
- EscritórioR$ 287,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Jaquirana (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 21,5 por voto. Quem venceu, Rogério Almeida, gastou R$ 8,40 por voto. O voto mais caro custou R$ 78,2; o mais barato, R$ 5,94.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tio Bila PSDBR$ 3 mil · 39 votosR$ 78,2
- Flavia Souza PPR$ 6,2 mil · 144 votosR$ 43,1
- Professora Cleusa Bernardi PSDBR$ 1,5 mil · 44 votosR$ 34,7
- Adriana Lopes PSDBR$ 791 · 23 votosR$ 34,4
- Sidnei Magagnin (Sidão) PPR$ 4,8 mil · 150 votosR$ 32,1
- Pastor Israel PSDBR$ 989 · 36 votosR$ 27,5
- Delmira Quadros PPR$ 6,8 mil · 315 votosR$ 21,5
- Fabiana Maciel PPR$ 2,8 mil · 139 votosR$ 20,4
- José Celmar (Tio Quinto) PPR$ 2,9 mil · 193 votosR$ 15
- Uillian MDBR$ 856 · 58 votosR$ 14,8
- Rogério Almeida PPR$ 1,3 mil · 155 votosR$ 8,40
- Ricardo Lopes (Tigre) PPR$ 832 · 140 votosR$ 5,94
Votos por real
- 2020, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.