Paulo Cerri
Paulo Roberto Cerri Costa · nasceu em 1947
Paulo Cerri se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: DEM (2002–2010), PSD (2012), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 73 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroDEM 25251· direitasuplente6.888 votos; 196º mais votado de 1.514 no estado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroDEM 25222· direitasuplente15.442 votos; 136º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Paulo Cerri teve 6.888 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 196º lugar entre 1.514 candidatos.
Recebeu votos em 51 cidades. Rio de Janeiro deu 92,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Cerri declarou R$ 65,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 147 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Paulo Cerri declarou ao TSE R$ 1,7 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 628 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rio de Janeiro (RJ) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.12340,9%
- Próprio bolsoR$ 1.85435,7%
- PartidoR$ 1.08520,9%
- Fundo eleitoralR$ 1272,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.98150,7%
- ServiçosR$ 1.88448,2%
- EscritórioR$ 441,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio de Janeiro (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Lindbergh Farias, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 22,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arthur Correa PSLR$ 880 mil · 5.620 votosR$ 157
- Laura Carneiro DEMR$ 1,7 milhão · 14.646 votosR$ 114
- Chagas Bola PSLR$ 566 mil · 6.164 votosR$ 91,9
- Rogério Amorim PSLR$ 577 mil · 6.719 votosR$ 85,8
- Marcelo Arar PTBR$ 736 mil · 12.330 votosR$ 59,7
- Marcio Ribeiro AVANTER$ 1,1 milhão · 19.383 votosR$ 58,6
- Alexandre Isquierdo DEMR$ 790 mil · 17.764 votosR$ 44,5
- Felipe Michel PPR$ 930 mil · 20.936 votosR$ 44,4
- Cesar Maia DEMR$ 1,5 milhão · 55.031 votosR$ 27,4
- Carlo Caiado DEMR$ 651 mil · 26.212 votosR$ 24,8
- Rosa Fernandes PSCR$ 630 mil · 26.409 votosR$ 23,8
- Lindbergh Farias PTR$ 562 mil · 24.912 votosR$ 22,6
Votos por real
- 2020, vereador: 192 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 22 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.