Apuração
Vereador · 2016 · REPUBLICANOS

Paulo Cabral Veinho Guerreiro

Paulo Roberto Cabral · nasceu em 1959

Paulo Cabral Veinho Guerreiro se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,35← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PC do B2010REPUBLICANOS2012REPUBLICANOS2014REPUBLICANOS2016REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PC do B (2004), REPUBLICANOS (2010–2016).

Dep. estadualVereadorPartidoPC do BREPUBLICANOS2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. A cor declarada mudou: preta em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Piraí (RJ)
    REPUBLICANOS 10123· direita
    não eleito
  2. 2014
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    REPUBLICANOS 10234· direita· na urna, Paulo Cabral
    candidatura não chegou à urna
  3. 2012
    Vereador · Piraí (RJ)
    REPUBLICANOS 10234· direita· na urna, Paulo Cabral Veinho
    suplente
  4. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    REPUBLICANOS 10234· centro-direita· na urna, Paulo Cabral Veinho
    suplente437 votos; 911º mais votado de 1.514 no estado
  5. 2004
    Vereador · Piraí (RJ)
    PC do B 65234· esquerda· na urna, Veinho
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Paulo Cabral Veinho Guerreiro teve 437 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 911º lugar entre 1.514 candidatos.

Recebeu votos em 21 cidades. Piraí deu 81,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.

437 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 437 votos.
  1. Piraí (RJ)356 votos81,5%
  2. Barra do Piraí (RJ)27 votos6,2%
  3. Rio de Janeiro (RJ)20 votos4,6%
  4. Três Rios (RJ)10 votos2,3%
  5. Valença (RJ)3 votos0,7%
  6. Outras 6 cidades6 votos1,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulo Cabral Veinho Guerreiro declarou R$ 164,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 73,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 164,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 101.438 na declaração)

Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 164,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Cabral Veinho Guerreiro declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 16 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Piraí (RJ) · REPUBLICANOS · não eleito

De onde veio

R$ 4.534
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.534.
  1. Próprio bolsoR$ 3.23871,4%
  2. PessoasR$ 1.29528,6%

Para onde foi

R$ 4.534
O maior gasto foi com transporte: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.534.
  1. TransporteR$ 3.23871,4%
  2. PessoalR$ 1.29528,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Piraí (RJ), 2016

Mediana da disputa: R$ 56,6 por voto. Quem venceu, Mario Hermínio, gastou R$ 22 por voto. O voto mais caro custou R$ 258; o mais barato, R$ 22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Wendel Lima PTR$ 14 mil · 56 votosR$ 258
  • Professora Eliani PDTR$ 21 mil · 125 votosR$ 166
  • Professor Gilberto Loureiro AVANTER$ 18 mil · 138 votosR$ 129
  • Ladeira AVANTER$ 37 mil · 430 votosR$ 85,3
  • Roninho Moreira PDTR$ 22 mil · 344 votosR$ 63,6
  • Cesinha PDTR$ 31 mil · 534 votosR$ 58,8
  • Dr. Ricardo PSDR$ 22 mil · 383 votosR$ 56,6
  • Xandeco PPR$ 13 mil · 300 votosR$ 44,5
  • Gustavo Tatão DEMR$ 14 mil · 344 votosR$ 41,2
  • Junior Dentista PDTR$ 20 mil · 683 votosR$ 28,9
  • Russo AVANTER$ 15 mil · 518 votosR$ 28,8
  • Mario Hermínio MDBR$ 13 mil · 585 votosR$ 22

Votos por real

  • 2016, vereador: 5,5 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 8,2 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.