Paulo Cabinho
Antonio Paulo Francisco da Silva · nasceu em 1953
Paulo Cabinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Cabinho declarou R$ 262,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Paulo CabinhoR$ 262,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Cabinho declarou ao TSE R$ 7,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,9 mil, 2,8% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sul Brasil (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.66782,7%
- Próprio bolsoR$ 99114,5%
- Outros candidatosR$ 1942,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.26391,4%
- Material impressoR$ 3775,5%
- OutrosR$ 1942,8%
- EscritórioR$ 160,2%
- RepassesR$ 2< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Sul Brasil (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 93,5 por voto. Quem venceu, Moacir Götz, gastou R$ 42,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 9.178; o mais barato, R$ 42,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilce Vani PPR$ 9,2 mil · 1 votosR$ 9.178
- Zeli Biasi PSDBR$ 12 mil · 20 votosR$ 610
- Itamar Signorati PTR$ 7 mil · 15 votosR$ 465
- Odimar Caprini PSDBR$ 12 mil · 71 votosR$ 169
- Fabio Da Silva PTR$ 13 mil · 99 votosR$ 127
- Leonei Gubert PPR$ 7 mil · 69 votosR$ 102
- Baxinho De Avila CIDADANIAR$ 7,7 mil · 82 votosR$ 93,5
- Ferrari PPR$ 13 mil · 146 votosR$ 89,1
- Rubens Martins PSDBR$ 11 mil · 140 votosR$ 80
- Sirlei Paini MDBR$ 7 mil · 99 votosR$ 70,4
- Cleonir Provenci PPR$ 7,1 mil · 164 votosR$ 43,2
- Moacir Götz PPR$ 8,6 mil · 204 votosR$ 42,3
Votos por real
- 2016, vereador: 5 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.