Paulo Bugrão
Paulo Junio Cassimiro da Silva · nasceu em 1982
Paulo Bugrão se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PSD (2012), PDT (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Bugrão declarou R$ 221,9 mil em bens, em reais de hoje: 7,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 154 mil acima da inflação.
Declarou 7,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Paulo BugrãoR$ 221,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Bugrão declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itajá (GO) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 42552,2%
- Material impressoR$ 37546,1%
- EscritórioR$ 141,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Itajá (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,9 por voto. Quem venceu, Jefiany Dutra, gastou R$ 6,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,8; o mais barato, R$ 6,33.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fernando Paulista PPR$ 1,4 mil · 26 votosR$ 52,8
- Danin PSDBR$ 879 · 43 votosR$ 20,4
- Augustinha PPR$ 1,6 mil · 85 votosR$ 18,5
- Heder Do Nilo PSDBR$ 2,1 mil · 133 votosR$ 16,1
- Braz Barbosa MDBR$ 1,2 mil · 88 votosR$ 14
- Dico PDTR$ 1,9 mil · 138 votosR$ 13,4
- Irani Vieira PDTR$ 2,2 mil · 187 votosR$ 11,9
- Iris PDTR$ 1,4 mil · 160 votosR$ 8,67
- Manoel Pontes PSDBR$ 1,4 mil · 179 votosR$ 7,99
- Dori Mery MDBR$ 982 · 124 votosR$ 7,92
- Keyla PDTR$ 950 · 138 votosR$ 6,88
- Jefiany Dutra PSDBR$ 911 · 144 votosR$ 6,33
Votos por real
- 2020, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.