Paulo Brito
Paulo Cézar Aguiar Brito · nasceu em 1963
Paulo Brito se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2022, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PST (2002), PODE (2004), MOBILIZA (2008), PL (2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.
Declarou ao TSE em 2022: 59 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · BahiaPST 18258· centro-direitasuplente12.097 votos; 120º mais votado de 493 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Paulo Brito teve 563 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 478º lugar entre 847 candidatos.
Recebeu votos em 37 cidades. Vitória da Conquista deu 71,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,6%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Paulo Brito declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 72 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2022, o total subiu R$ 569,7 mil acima da inflação.
Declarou 72 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual na Bahia em 2022.
- Paulo BritoR$ 1,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 26,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Brito declarou ao TSE R$ 130 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 97 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Vitória da Conquista (BA) · MOBILIZA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 26,3 mil98,3%
- EmpresasR$ 4521,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 19,7 mil73,6%
- ServiçosR$ 3.56113,3%
- OutrosR$ 2.5949,7%
- TransporteR$ 8033%
- EscritórioR$ 860,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Vitória da Conquista (BA), 2008
Mediana da disputa: R$ 27,7 por voto. Quem venceu, Lucia Rocha, gastou R$ 8,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 97,2; o mais barato, R$ 8,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Raul Ferraz MDBR$ 46 mil · 478 votosR$ 97,2
- Lygia Matos PTR$ 144 mil · 2.249 votosR$ 64,1
- Geanne Oliveira MDBR$ 52 mil · 1.063 votosR$ 49,4
- Irma Lemos DEMR$ 84 mil · 1.974 votosR$ 42,4
- Fabricio PC do BR$ 145 mil · 4.641 votosR$ 31,2
- Alexandre Pereira PTR$ 79 mil · 2.671 votosR$ 29,4
- Professora Vivalda PC do BR$ 34 mil · 1.221 votosR$ 27,7
- Edivaldo Ferreira MDBR$ 37 mil · 1.746 votosR$ 21,3
- Beto Gonçalves PVR$ 34 mil · 1.582 votosR$ 21,2
- Fernando Jacare PTR$ 56 mil · 3.047 votosR$ 18,3
- Dr. Ademir Abreu PTR$ 40 mil · 4.674 votosR$ 8,58
- Lucia Rocha DEMR$ 37 mil · 4.484 votosR$ 8,23
Votos por real
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 125 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.