Paulo Branchier Paulinho
Paulo Branchier de Oliveira · nasceu em 1960
Paulo Branchier Paulinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PSB (2012), PSD (2016–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, ensino médio, industrial, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Paulo Branchier Paulinho declarou R$ 2,1 mi em bens, em reais de hoje: 30 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 1,7 mi acima da inflação.
Declarou 30 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Paulo Branchier PaulinhoR$ 2,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Sitio com predio comercialR$ 1,2 miOutros bens imóveis rural
- Uso industrialR$ 497,1 milPrédio comercial
- Casa mistaR$ 386,6 milCasa
- Fiorino 2011R$ 18,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulo Branchier Paulinho declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 7,1 mil, 77% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Três Coroas (RS) · PSD · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 5.46876,9%
- Próprio bolsoR$ 1.09415,4%
- PessoasR$ 5477,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 4.08762,3%
- Material impressoR$ 1.97230,1%
- InternetR$ 4376,7%
- TransporteR$ 661%
Quanto custou cada voto: vereador, Três Coroas (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 31,4 por voto. Quem venceu, Lucas De Freitas, gastou R$ 8,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 373; o mais barato, R$ 8,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Escova Pereira REPUBLICANOSR$ 11 mil · 29 votosR$ 373
- Cissa Wingert PDTR$ 8,3 mil · 57 votosR$ 146
- Dra Maiara K Bringmann CIDADANIAR$ 18 mil · 149 votosR$ 124
- Liane MDBR$ 14 mil · 135 votosR$ 100
- Jonei Silva Marronzinho REPUBLICANOSR$ 11 mil · 123 votosR$ 88,6
- Jean Carlos REPUBLICANOSR$ 11 mil · 205 votosR$ 56
- Pedrinho Farencena PDTR$ 7,9 mil · 252 votosR$ 31,4
- Hilario Behling PPR$ 7,6 mil · 258 votosR$ 29,4
- Xando PPR$ 7,3 mil · 302 votosR$ 24,3
- Luciana Fogaça MDBR$ 13 mil · 781 votosR$ 16,1
- Tata REPUBLICANOSR$ 8,2 mil · 537 votosR$ 15,3
- Lucas De Freitas PLR$ 15 mil · 1.730 votosR$ 8,85
Votos por real
- 2024, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.