Paulo Avelino
Paulo Avelino dos Santos · nasceu em 1957
Paulo Avelino se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSDB (2004), PDT (2008–2012), DC (2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Avelino declarou R$ 778,6 mil em bens, em reais de hoje: 36 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 569,6 mil acima da inflação.
Declarou 36 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Paulo AvelinoR$ 778,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Um imóvel rural na localidade de Lagoa do BoiR$ 359,1 milOutros bens imóveis rural
- Um imóvel em Montes ClarosR$ 215,5 milOutros bens imóveis
- Um imóvel em Montes Claros/MGR$ 143,6 milOutros bens imóveis
- Um carro ano 2015R$ 57,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma moto, ano 1990R$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulo Avelino declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Glaucilândia (MG) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 56671,4%
- Próprio bolsoR$ 22628,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Glaucilândia (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 4,32 por voto. Quem venceu, Darcy De Lionel, gastou R$ 2,36 por voto. O voto mais caro custou R$ 29,1; o mais barato, R$ 2,22.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valquiria Do Casarão PTR$ 2,8 mil · 96 votosR$ 29,1
- Paulo Higor Tom PTR$ 1,1 mil · 74 votosR$ 14,2
- Daozinho MDBR$ 1,6 mil · 125 votosR$ 12,5
- Igor Nataniel MDBR$ 2 mil · 188 votosR$ 10,4
- Xande Do Taxi MDBR$ 1,2 mil · 182 votosR$ 6,34
- David Primo De Diu De Pulu MDBR$ 474 · 92 votosR$ 5,15
- Diogo Do Espinho MDBR$ 566 · 131 votosR$ 4,32
- Sérgio Da Água PTR$ 587 · 136 votosR$ 4,32
- Itinha Pedreiro PDTR$ 480 · 125 votosR$ 3,84
- Sinelson Andrade Camara MDBR$ 449 · 171 votosR$ 2,62
- Darcy De Lionel MDBR$ 335 · 142 votosR$ 2,36
- Tozinho PDTR$ 255 · 115 votosR$ 2,22
Votos por real
- 2020, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 109 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.