Apuração
Vereador · 2012 · PTB

Paulo Arnhold

nasceu em 1950

Paulo Arnhold se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PTB2012PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PTB.

VereadorPartidoPTB200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Tupandi (RS)
    PTB 14666· centro-direita
    suplente114 votos
  2. 2008
    Vereador · Tupandi (RS)
    PTB 14666· centro-direita
    eleito141 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Paulo Arnhold declarou R$ 230 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 51,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 230 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 104.968 na declaração)

Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • Paulo ArnholdR$ 230 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 230 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Area de terra de 7R$ 87,7 mil
    Terra nua
  2. Um fox 1.0, ano 2009, placas ipp 3427R$ 65,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Uma area de terras sem benfeitoriasR$ 32,9 mil
    Terra nua
  4. Dinheiro em especieR$ 32,9 mil
    Dinheiro em espécie
  5. Um terreno adquirido em 2002 localizado em tupandiR$ 11 mil
    Terreno
  6. Conta corrente no banrisulR$ 149
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Arnhold declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Tupandi (RS) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 7.666
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.666.
  1. Próprio bolsoR$ 6.85189,4%
  2. PessoasR$ 4816,3%
  3. Outros candidatosR$ 2343,1%
  4. PartidoR$ 1001,3%

Para onde foi

R$ 7.666
O maior gasto foi com transporte: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.666.
  1. TransporteR$ 4.70061,3%
  2. Material impressoR$ 2.51132,7%
  3. PessoalR$ 3254,2%
  4. OutrosR$ 1301,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Tupandi (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 120 por voto. Quem venceu, Bruno Junges, gastou R$ 64 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.078; o mais barato, R$ 64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.