Paulo Alves
Paulo Alves da Silva · nasceu em 1983
Paulo Alves se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2008), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 33 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulo Alves declarou R$ 18,9 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 28% da mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2008.
- Paulo AlvesR$ 18,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 113,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Alves declarou ao TSE R$ 4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Piraquê (TO) · PROS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.10583,9%
- PessoasR$ 2439,7%
- Outros candidatosR$ 1626,5%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.10583,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2439,7%
- Material impressoR$ 1626,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Piraquê (TO), 2016
Mediana da disputa: R$ 54,2 por voto. Quem venceu, Alcides, gastou R$ 35,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 458; o mais barato, R$ 35,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Joana Confecções PROSR$ 6 mil · 13 votosR$ 458
- Dr Edson REPUBLICANOSR$ 6,1 mil · 16 votosR$ 384
- Rui Da Boa Esperança PROSR$ 5,3 mil · 62 votosR$ 85,7
- Doca PSDR$ 6,1 mil · 85 votosR$ 71,4
- Chapolim MDBR$ 6,4 mil · 118 votosR$ 54,2
- Cézar Batista CIDADANIAR$ 6,1 mil · 150 votosR$ 40,7
- Sousa CIDADANIAR$ 6,2 mil · 156 votosR$ 40
- Maria Deusa PSDR$ 6,1 mil · 162 votosR$ 37,7
- Alcides PDTR$ 5,7 mil · 163 votosR$ 35,2
Votos por real
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.