Apuração
Vereador · 2008 · PDT

Paulo Alécio

Paulo Alécio Weizenmann · nasceu em 1949

Paulo Alécio se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 59 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PDT 12601· centro-esquerda
    suplente446 votos
  2. 2004
    PDT 12601· centro-esquerda· na urna, Paulo Alecio Weizenmann
    suplente488 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Paulo Alécio declarou R$ 373,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 373,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 138.483 na declaração)

Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Paulo AlécioR$ 373,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 373,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Pos - fixado cdi - sicrediR$ 136,5 mil
    Dinheiro e aplicações
  2. Casa de alvenaria com 95M² em lajeadoR$ 93,8 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. Um automóvel fiat/palioR$ 80,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Área de terra de 8527M² de matrícula 11462R$ 18,9 mil
    Bens rurais e animais
  5. Poupança caixa federalR$ 15 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. Conta poupança banrisulR$ 14,8 mil
    Dinheiro e aplicações
  7. Aplicação de renda fixa banrisulR$ 9.861
    Dinheiro e aplicações
  8. Conta capital sicrediR$ 3.610
    Dinheiro e aplicações
  9. Conta corrente sicrediR$ 11
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Alécio declarou ao TSE R$ 8,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Arroio do Meio (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 4.916
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.916.
  1. Próprio bolsoR$ 3.40869,3%
  2. PartidoR$ 1.50730,7%

Para onde foi

R$ 4.916
O maior gasto foi com material impresso: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.916.
  1. Material impressoR$ 3.47870,8%
  2. TransporteR$ 1.26925,8%
  3. OutrosR$ 1693,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Arroio do Meio (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 29,2 por voto. Quem venceu, Rocha - Roque Haas, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 14,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Cledes Ernesio Träsel PSDBR$ 8,4 mil · 42 votosR$ 201
  • Joel De Lima PSDBR$ 8,7 mil · 44 votosR$ 198
  • Clovis Valmor Gisch PSDBR$ 8,3 mil · 61 votosR$ 136
  • Astor Dick - Astor - Dick PPR$ 8,2 mil · 210 votosR$ 38,9
  • Marcio Cazotti MDBR$ 8,1 mil · 210 votosR$ 38,7
  • Giba PPR$ 9,7 mil · 257 votosR$ 37,8
  • Méri Schmidt PPR$ 9,4 mil · 321 votosR$ 29,2
  • André PSDBR$ 8,7 mil · 303 votosR$ 28,6
  • Décio Reckziegel PPR$ 7,9 mil · 291 votosR$ 27,1
  • Gustavo Kasper PPR$ 14 mil · 587 votosR$ 23,7
  • Lúcia Horn PSDBR$ 11 mil · 494 votosR$ 21,3
  • Rocha - Roque Haas PPR$ 8,1 mil · 569 votosR$ 14,2

Votos por real

  • 2008, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 151 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.