Paulinho Marcelinho
Paulo Henrique da Costa · nasceu em 1980
Paulinho Marcelinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), PODE (2012), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, ensino médio, trabalhador rural. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulinho Marcelinho declarou R$ 5.746 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 4.802 acima da inflação.
Declarou 27% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Paulinho MarcelinhoR$ 5.746
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulinho Marcelinho declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Albertina (MG) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Albertina (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 20 por voto. Quem venceu, Leandro Do Dito Rosa, gastou R$ 7,28 por voto. O voto mais caro custou R$ 722; o mais barato, R$ 7,28.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Telma PODER$ 722 · 1 votosR$ 722
- Adriana Bertucci PSDBR$ 722 · 2 votosR$ 361
- Ana Lucia Amaro PSDBR$ 3,5 mil · 13 votosR$ 272
- Sara Do Marquinho PSDBR$ 722 · 10 votosR$ 72,2
- Felipe Sanches PSDBR$ 2,2 mil · 71 votosR$ 30,9
- Patrícia Teixeira PSDR$ 1,5 mil · 57 votosR$ 27,1
- Tonhão PSDR$ 941 · 47 votosR$ 20
- Ivan PODER$ 1,7 mil · 87 votosR$ 19,7
- Waldir Lima PODER$ 1,1 mil · 86 votosR$ 13
- Carlão AVANTER$ 885 · 85 votosR$ 10,4
- Policeni PODER$ 742 · 73 votosR$ 10,2
- Leandro Do Dito Rosa PSDBR$ 750 · 103 votosR$ 7,28
Votos por real
- 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.