Apuração
Vereador · 2016 · PTB

Paulinho Gradiele

Paulo Afonso da Silva · nasceu em 1965

Paulinho Gradiele se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MOBILIZA2012PTB2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2008), PTB (2012–2016).

PrefeitoVereadorPartidoMOBILIZAPTB20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Lambari (MG)
    PTB 14190· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Lambari (MG)
    PTB 14622· centro-direita
    suplente
  3. 2008
    Prefeito · Lambari (MG)
    MOBILIZA 33· centro-direita
    não eleito238 votos, 1,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Paulinho Gradiele declarou R$ 277,7 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 277,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 103.000 na declaração)

Declarou 57% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • Paulinho GradieleR$ 277,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 277,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulinho Gradiele declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Lambari (MG) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 575
14% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 575.
  1. PartidoR$ 49485,9%
  2. Outros candidatosR$ 8114,1%

Para onde foi

R$ 575
O maior gasto foi com material impresso: 86% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 575.
  1. Material impressoR$ 49485,9%
  2. OutrosR$ 8114,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Lambari (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 46,2 por voto. Quem venceu, Geraldinho Da Capelinha, gastou R$ 18,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 72,6; o mais barato, R$ 18,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.