Paulinho do Taxi
Paulo Cesar Matias · nasceu em 1972
Paulinho do Taxi se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, ensino médio, taxista, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulinho do Taxi declarou R$ 66,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 135,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Paulinho do TaxiR$ 66,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Chev/spin - brancoR$ 65,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Poupança no banco bradesco SAR$ 788Caderneta de poupança
- Capital social no sicoobR$ 244Quotas ou quinhões de capital
- Conta corrente no sicoob credivarR$ 45Conta corrente no país
- Conta corrente no banco bradesco SAR$ 2Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulinho do Taxi declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Monsenhor Paulo (MG) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.16487,8%
- Próprio bolsoR$ 16212,2%
Para onde foi
- ServiçosR$ 35568,7%
- TransporteR$ 16231,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Monsenhor Paulo (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 30,4 por voto. Quem venceu, Janete Pagani, gastou R$ 23,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 23,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcia Do Tonho Flor MDBR$ 5 mil · 27 votosR$ 186
- Tite MDBR$ 8,6 mil · 84 votosR$ 102
- Nei Do Lola PTBR$ 6,6 mil · 160 votosR$ 41
- Vitinho Primo MDBR$ 6,8 mil · 199 votosR$ 34,2
- Israel Da Banda MDBR$ 6,5 mil · 194 votosR$ 33,5
- Soninha PLR$ 5 mil · 162 votosR$ 30,7
- Dorinha MDBR$ 9,5 mil · 311 votosR$ 30,4
- Petroceli MDBR$ 9,3 mil · 335 votosR$ 27,6
- Jesse Mariano PPR$ 5,5 mil · 202 votosR$ 27,1
- Kadu Brandao MDBR$ 6,6 mil · 248 votosR$ 26,6
- Ze Branquinho MDBR$ 5,3 mil · 219 votosR$ 24,3
- Janete Pagani MDBR$ 7,9 mil · 338 votosR$ 23,4
Votos por real
- 2016, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 257 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.