Paulinho Colonial
Paulo Roberto Halla · nasceu em 1961
Paulinho Colonial se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2010), PSD (2012–2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Santa CatarinaPSDB 45645· centro-direitasuplente1.690 votos; 178º mais votado de 306 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Paulinho Colonial teve 1.690 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 178º lugar entre 306 candidatos.
Recebeu votos em 67 cidades. Curitibanos deu 85,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulinho Colonial declarou R$ 111 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 697,9 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Paulinho ColonialR$ 111 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Situado na rua coronel vidal ramosR$ 73,1 milTerreno
- Dinheiro em espécieR$ 19,5 milDinheiro em espécie
- Situado na rua coronel vidal ramosR$ 18,2 milTerreno
- Quotas de capital da empresa vlubre colonialR$ 224Quotas ou quinhões de capital
- Quotas de capital empresa lach paradaiseR$ 15Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Paulinho Colonial declarou ao TSE R$ 85 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 29 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Curitibanos (SC) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Curitibanos (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 19,3 por voto. Quem venceu, Professor Adriano, gastou R$ 9,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.411; o mais barato, R$ 9,94.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleomilda Leão PODER$ 27 mil · 19 votosR$ 1.411
- Roseli Teixeira PODER$ 27 mil · 46 votosR$ 583
- Joice Krieger PTR$ 9 mil · 38 votosR$ 236
- Paula Juliana PODER$ 27 mil · 228 votosR$ 118
- Gregorio Lemos Gritti PSDR$ 8,6 mil · 296 votosR$ 29,1
- Maurício PTR$ 9,1 mil · 351 votosR$ 26,1
- Rafael Valim PLR$ 17 mil · 871 votosR$ 19,3
- Bill Popinhak PSDR$ 10 mil · 548 votosR$ 18,6
- Alain Agostini PSDR$ 8 mil · 713 votosR$ 11,2
- Bolinha - Vinicius Andrade MDBR$ 10 mil · 932 votosR$ 11,1
- Lucas Guidi MDBR$ 9,4 mil · 915 votosR$ 10,3
- Professor Adriano MDBR$ 9,8 mil · 982 votosR$ 9,94
Votos por real
- 2016, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 59 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.