Paulinho
Paulo Eduardo Pereira dos Santos · nasceu em 1970
Paulinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PP (2004), PL (2008), PSD (2012), PSC (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, até o fundamental, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Figueirópolis D'oeste (MT)PL 22789· direita· na urna, Paulinho do Brigadeiroeleito130 votos
- 2004Vereador · Figueirópolis D'oeste (MT)PP 11789· direita· na urna, Paulinho do Brigadeiroeleito104 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulinho declarou R$ 523,3 mil em bens, em reais de hoje: 6,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 280,4 mil acima da inflação.
Declarou 6,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- PaulinhoR$ 523,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 211 Cabeças de gadoR$ 490,3 milRebanho e animais
- Carro fiat uno way cor prataR$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda titanR$ 4.549Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda titanR$ 4.062Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulinho declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Figueirópolis D'oeste (MT) · PSC · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.94488%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 81012%
Para onde foi
- EscritórioR$ 230,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Figueirópolis D'oeste (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 88,4 por voto. Quem venceu, Anisio Crispim, gastou R$ 32,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 6.954; o mais barato, R$ 32,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Iohana PSDR$ 7 mil · 1 votosR$ 6.954
- Iranete Do Santos PSDR$ 7,2 mil · 3 votosR$ 2.391
- Carlinhos PSDR$ 11 mil · 30 votosR$ 382
- Sideli Rodrigues PSDR$ 12 mil · 78 votosR$ 158
- Faguinho PSDR$ 16 mil · 163 votosR$ 96,4
- Marcos Leite PSDR$ 9,8 mil · 108 votosR$ 90,3
- Magno PSDBR$ 7 mil · 79 votosR$ 88,4
- Ivanildo Zago PSDR$ 12 mil · 191 votosR$ 62,9
- Celia Vereadora PSDR$ 12 mil · 188 votosR$ 62,8
- Paulo Ferrugem PSDBR$ 7,2 mil · 146 votosR$ 49,4
- Soldado PSCR$ 8,2 mil · 174 votosR$ 46,9
- Anisio Crispim PSDR$ 8 mil · 248 votosR$ 32,2
Votos por real
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.