Apuração
Deputado estadual · 2018 · PC do B

Paulinho de Odé

Paulo Rogério Ambieda · nasceu em 1971

Paulinho de Odé se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2012PT2016PT2018PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: PT (2004–2016), PC do B (2018).

Dep. estadualVereadorPartidoPTPC do B20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 47 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PC do B 65777· esquerda
    não eleito12.322 votos; 124º mais votado de 798 no estado
  2. 2016
    Vereador · Canoas (RS)
    PT 13777· centro-esquerda· na urna, Paulinho de Ode
    eleito3.364 votos
  3. 2012
    Vereador · Canoas (RS)
    PT 13777· centro-esquerda
    eleito2.708 votos
  4. 2004
    Vereador · Canoas (RS)
    PT 13777· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Paulinho de Odé teve 12.322 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 124º lugar entre 798 candidatos.

Recebeu votos em 157 cidades. Canoas deu 40,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,9%.

12.322 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 12.322 votos.
  1. Canoas (RS)4.961 votos40,3%
  2. Porto Alegre (RS)1.589 votos12,9%
  3. Sapucaia do Sul (RS)552 votos4,5%
  4. São Leopoldo (RS)536 votos4,3%
  5. Esteio (RS)357 votos2,9%
  6. Outras 142 cidades2.107 votos17,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulinho de Odé declarou ao TSE R$ 261 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 112 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PC do B · não eleito

De onde veio

R$ 77,5 mil
95% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 77,5 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Comunista Do Brasil - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 73,8 mil95,1%
  2. PessoasR$ 3.7704,9%

Para onde foi

R$ 60,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 60,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosTudo de Tatiana SoccolR$ 7.54012,5%
  2. PessoalR$ 2.9104,8%
  3. OutrosR$ 2.0513,4%
  4. EscritórioR$ 750,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 17,5 por voto. Quem venceu, Luciana Genro, gastou R$ 6,47 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 6,47.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 204 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.