Paulinho da Serrano
Paulo dos Santos Hilário · nasceu em 1965
Paulinho da Serrano se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2008–2012), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, superior incompleto, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulinho da Serrano declarou R$ 5.478 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 210,2 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 6% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Paulinho da SerranoR$ 5.478
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulinho da Serrano declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 7,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Parobé (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.08170,5%
- PessoasR$ 2.12329,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.91596,8%
- TransporteR$ 1613,2%
- EscritórioR$ 30,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Parobé (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 35,9 por voto. Quem venceu, Maicon Bora, gastou R$ 13,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 51,1; o mais barato, R$ 13,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcio Volter MDBR$ 13 mil · 263 votosR$ 51,1
- Barbosa Missioneiro PTR$ 11 mil · 237 votosR$ 47,5
- Toko Das Tintas PSDBR$ 9,7 mil · 206 votosR$ 47,3
- Belchior PSDBR$ 13 mil · 342 votosR$ 39,3
- Claudio Da Ms Baterias REPUBLICANOSR$ 20 mil · 533 votosR$ 38,3
- Maria Eliane Nunes MDBR$ 18 mil · 483 votosR$ 38,1
- Adair PDTR$ 9,7 mil · 270 votosR$ 35,9
- Larry CIDADANIAR$ 8,5 mil · 310 votosR$ 27,4
- Antonio Da Fazenda Pires REPUBLICANOSR$ 15 mil · 561 votosR$ 26,2
- Marquinhos Friedrich PDTR$ 14 mil · 546 votosR$ 26
- Elario Jahn MDBR$ 9,1 mil · 625 votosR$ 14,6
- Maicon Bora PLR$ 8,2 mil · 606 votosR$ 13,5
Votos por real
- 2020, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 315 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.