Paulinho da Farmácia
Paulo Marcelino Brunhara · nasceu em 1964
Paulinho da Farmácia se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 44 anos, ensino médio, técnico de enfermagem e assemelhados (exceto enfermeiro). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulinho da Farmácia declarou R$ 40,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Paulinho da FarmáciaR$ 40,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulinho da Farmácia declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 881.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Pirangi (SP) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 80391,2%
- TransporteR$ 788,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Pirangi (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 10,1 por voto. Quem venceu, Pedro Fantasia, gastou R$ 7,71 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,6; o mais barato, R$ 7,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zélia Scardelato MDBR$ 6,7 mil · 188 votosR$ 35,6
- Pilo MDBR$ 1,3 mil · 59 votosR$ 22
- Doni Empreiteiro PTR$ 5,5 mil · 269 votosR$ 20,3
- Batistinha MDBR$ 1,1 mil · 59 votosR$ 18,6
- Bila Busnardo PSDBR$ 2,9 mil · 166 votosR$ 17,3
- Roseli PDTR$ 1,3 mil · 115 votosR$ 10,9
- Dito Pegorallo PSDBR$ 2 mil · 200 votosR$ 10,1
- Douglas Scardelato PTR$ 1,6 mil · 169 votosR$ 9,27
- Chico Seguros - Chicão França PSDBR$ 3,5 mil · 430 votosR$ 8,22
- Pedro Fantasia PDTR$ 2,5 mil · 329 votosR$ 7,71
- Zozó PSDBR$ 1,1 mil · 155 votosR$ 7,25
- Rejane Gabriel MDBR$ 1,6 mil · 232 votosR$ 7,02
Votos por real
- 2008, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 364 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.