Paulinho Corrêa Jr
Paulo Roberto Corrêa Junior · nasceu em 1984
Paulinho Corrêa Jr se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PSL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, superior incompleto, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulinho Corrêa Jr declarou R$ 61,7 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulinho Corrêa Jr declarou ao TSE R$ 99 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 92 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Araruama (RJ) · PSL · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Araruama (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 46,2 por voto. Quem venceu, Amigo Walmir, gastou R$ 15,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 423; o mais barato, R$ 15,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valéria Bragança DEMR$ 28 mil · 66 votosR$ 423
- Dr. Jaqueline PDTR$ 43 mil · 382 votosR$ 112
- Ze Antonio Da Agrijar PSDBR$ 120 mil · 1.218 votosR$ 98,4
- Rafael Chagas PPR$ 31 mil · 574 votosR$ 54,3
- Borracha DEMR$ 59 mil · 1.135 votosR$ 51,6
- Gabriel Vargas PDTR$ 49 mil · 985 votosR$ 49,6
- Thiago Moura PPR$ 29 mil · 636 votosR$ 46,2
- Rone AVANTER$ 65 mil · 1.436 votosR$ 45,6
- Rodolfo Buda DCR$ 29 mil · 881 votosR$ 32,9
- Ciraldo DEMR$ 58 mil · 1.904 votosR$ 30,4
- Claudio Norberto PTBR$ 42 mil · 1.573 votosR$ 27
- Amigo Walmir MDBR$ 52 mil · 3.335 votosR$ 15,7
Votos por real
- 2016, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.