Paulinho Colchao
Paulo Cesar Cardoso · nasceu em 1970
Paulinho Colchao se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PATRIOTA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulinho Colchao declarou R$ 35,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Paulinho ColchaoR$ 35,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulinho Colchao declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ibaté (SP) · PATRIOTA · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 81165,6%
- Próprio bolsoR$ 42534,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ibaté (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 21 por voto. Quem venceu, Damiao, gastou R$ 5,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 436; o mais barato, R$ 5,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luciane PTR$ 3,5 mil · 8 votosR$ 436
- Cesar Multicoisas PTR$ 9,3 mil · 110 votosR$ 84,4
- Enio Ferreira PTR$ 4,9 mil · 86 votosR$ 57,3
- Gervasio Hernandes PTR$ 3,4 mil · 70 votosR$ 48,5
- Regina Nishihara PSBR$ 4,2 mil · 108 votosR$ 39,3
- Edison Fernando PSDBR$ 14 mil · 431 votosR$ 33
- Renata Fumagale PSBR$ 3,6 mil · 174 votosR$ 21
- Horacio PSDBR$ 7,8 mil · 414 votosR$ 18,8
- Ronaldo Venturi PSBR$ 8,7 mil · 653 votosR$ 13,3
- Marino Motos PSDBR$ 4,5 mil · 363 votosR$ 12,5
- Jean Tomaz PSDBR$ 3,6 mil · 401 votosR$ 9,00
- Damiao DEMR$ 3,5 mil · 678 votosR$ 5,10
Votos por real
- 2020, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.