Apuração
Vereador · 2016 · PP

Paulinho

Paulo Roberto Schmitz · nasceu em 1982

Paulinho disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Antônio Carlos (SC)), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,65← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, até o fundamental, cobrador de transporte coletivo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PP 11610· direita
    suplente144 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulinho declarou R$ 227,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 227,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 140.000 na declaração)

Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.

  • PaulinhoR$ 227,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 227,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulinho declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Antônio Carlos (SC) · PP · suplente

De onde veio

R$ 5.687
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.687.
  1. PessoasR$ 3.75766,1%
  2. PartidoR$ 1.80431,7%
  3. Outros candidatosR$ 1262,2%

Para onde foi

R$ 5.654
O maior gasto foi com transporte: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.654.
  1. TransporteR$ 3.72465,9%
  2. Material impressoR$ 1.08519,2%
  3. OutrosR$ 56710%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 1522,7%
  5. ServiçosR$ 1262,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Antônio Carlos (SC), 2016

Mediana da disputa: R$ 65,2 por voto. Quem venceu, Filipe, gastou R$ 28,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.067; o mais barato, R$ 28,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Sônia Quevedo PPR$ 16 mil · 4 votosR$ 4.067
  • Fernanda PPR$ 12 mil · 12 votosR$ 993
  • Cirlei PPR$ 14 mil · 16 votosR$ 875
  • Ricardo Sarnei PPR$ 18 mil · 200 votosR$ 91,4
  • Professor Altamiro PTR$ 14 mil · 150 votosR$ 91,3
  • Mário Junckes PPR$ 14 mil · 189 votosR$ 73,5
  • Zaio MDBR$ 12 mil · 182 votosR$ 65,2
  • Abraão MDBR$ 13 mil · 285 votosR$ 46,4
  • Vera MDBR$ 13 mil · 339 votosR$ 37
  • Felício (Pelé) PSDBR$ 13 mil · 376 votosR$ 35,3
  • Airton MDBR$ 17 mil · 543 votosR$ 31,5
  • Filipe MDBR$ 17 mil · 590 votosR$ 28,3

Votos por real

  • 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.