Paulinho
Paulo Roberto Scirtoli · nasceu em 1983
Paulinho se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulinho declarou R$ 14,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 26 mil, já descontada a inflação.
Declarou 20% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- PaulinhoR$ 14,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulinho declarou ao TSE R$ 4,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Campinas do Sul (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.11286,7%
- Fundo partidárioR$ 17013,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.15389,9%
- ServiçosR$ 13010,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Campinas do Sul (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 28,1 por voto. Quem venceu, Rosangela, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 10,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Salete Soares MDBR$ 6,6 mil · 45 votosR$ 147
- Olita Gasperin MDBR$ 4,6 mil · 81 votosR$ 56,9
- Paulo Giacomolli PTR$ 6 mil · 129 votosR$ 46,3
- Maninho MDBR$ 3,9 mil · 87 votosR$ 44,4
- Negão PPR$ 2,9 mil · 86 votosR$ 34,2
- Ico MDBR$ 8,2 mil · 291 votosR$ 28,1
- Bonatti PPR$ 5,4 mil · 196 votosR$ 27,3
- Marines MDBR$ 4,5 mil · 210 votosR$ 21,5
- Ronaldo MDBR$ 4,4 mil · 267 votosR$ 16,5
- Fabio PPR$ 3,6 mil · 223 votosR$ 16,3
- Rosangela PPR$ 3,8 mil · 375 votosR$ 10,3
Votos por real
- 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 259 votos por R$ 1.000, 6,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 100 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.