Paulo Bernicker
Paulo Rogerio Bernicker · nasceu em 1970
Paulo Bernicker se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 2 partidos: PP (2004), PSDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, ensino médio, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Bernicker declarou R$ 19,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 154,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 27% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Paulo BernickerR$ 19,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Bernicker declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,3 mil, 0,8% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pinhal (RS) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 4.72890%
- Próprio bolsoR$ 4869,2%
- Fundo partidárioR$ 400,8%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 97218,5%
- Material impressoR$ 2514,8%
- OutrosR$ 400,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Pinhal (RS), 2016
Paulo Bernicker: R$ 32,4 por voto (mediana da disputa, R$ 34,2). Quem venceu, Nicassio Schmidt, gastou R$ 19,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 401; o mais barato, R$ 19,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Bernicker. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ada PPR$ 4,8 mil · 12 votosR$ 401
- Cezer Beltramin (Tede) PTR$ 4,4 mil · 48 votosR$ 92,6
- Luciano CIDADANIAR$ 6,9 mil · 91 votosR$ 75,8
- Professora Alice PDTR$ 7,7 mil · 115 votosR$ 67,1
- Claudio PDTR$ 8,5 mil · 184 votosR$ 46,1
- Antonio Frighetto PTR$ 5,6 mil · 139 votosR$ 40,4
- Liria Signor MDBR$ 4,9 mil · 143 votosR$ 34,2
- Paulo Bernicker PSDBR$ 5,3 mil · 162 votosR$ 32,4
- Gilson Lavratti PPR$ 5,6 mil · 189 votosR$ 29,8
- Elesir PPR$ 3,5 mil · 138 votosR$ 25,7
- Elaine MDBR$ 4,1 mil · 182 votosR$ 22,3
- Nicassio Schmidt PTBR$ 3,5 mil · 182 votosR$ 19,3
Votos por real
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.