Paulão
Paulo Aparecido Weiler · nasceu em 1970
Paulão se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulão declarou R$ 893,6 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 462,2 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- PaulãoR$ 893,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulão declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Novo Horizonte do Sul (MS) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Novo Horizonte do Sul (MS), 2020
Mediana da disputa: R$ 36,1 por voto. Quem venceu, Robinho Miotti, gastou R$ 10,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 471; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vicentina Bardelli PSLR$ 7,1 mil · 15 votosR$ 471
- Paulina Merendeira PSLR$ 7 mil · 84 votosR$ 83,9
- Eva Gubert PSDBR$ 8,5 mil · 122 votosR$ 69,4
- Inês Do Carlitão PSDBR$ 8,6 mil · 146 votosR$ 59
- Daniel Alves PSLR$ 1,4 mil · 26 votosR$ 54,9
- Professora Regiane Camargo PSDBR$ 7,1 mil · 184 votosR$ 38,4
- Gedi PSLR$ 1,4 mil · 39 votosR$ 36,1
- Ademir PSDBR$ 6,4 mil · 183 votosR$ 35
- Claucio Urbaneski PSLR$ 1,4 mil · 69 votosR$ 20,6
- Luiz Enfermeiro MDBR$ 1,8 mil · 107 votosR$ 16,9
- Rapinha PTR$ 1,4 mil · 95 votosR$ 15,1
- Robinho Miotti PSLR$ 1,4 mil · 132 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2016, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.