Paulão
Paulo Cesar Di Domenico · nasceu em 1970
Paulão se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 37 anos, ensino médio, representante comercial. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulão declarou R$ 711,8 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- PaulãoR$ 711,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulão declarou ao TSE R$ 6,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,8 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Cordilheira Alta (SC) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.14654%
- PessoasR$ 2.67746%
Para onde foi
- OutrosR$ 2.67746%
- Material impressoR$ 2.65145,5%
- TransporteR$ 2524,3%
- PessoalR$ 1342,3%
- EscritórioR$ 1101,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Cordilheira Alta (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 94,4 por voto. Quem venceu, Almir Valandro, gastou R$ 46,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 405; o mais barato, R$ 46,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Hilda Kollett MDBR$ 12 mil · 29 votosR$ 405
- Sonia Cenci MDBR$ 10 mil · 36 votosR$ 279
- Maria Castagnera MDBR$ 9,9 mil · 36 votosR$ 275
- Etelvina Gabriel MDBR$ 10 mil · 48 votosR$ 217
- Edimar Dos Passos, Canguru MDBR$ 9,5 mil · 67 votosR$ 141
- Alvacir Dal Santo, Thir MDBR$ 10 mil · 74 votosR$ 135
- Marildo Breansini MDBR$ 9,6 mil · 102 votosR$ 94,4
- Carlos Alberto Tozzo, Picasso, MDBR$ 10 mil · 129 votosR$ 77,5
- Gustavo Foppa, Guto MDBR$ 9,2 mil · 121 votosR$ 75,8
- Osmar Rosanni, Osmar Rossoni MDBR$ 9,4 mil · 135 votosR$ 70
- Waldir Graciani MDBR$ 9,5 mil · 185 votosR$ 51,2
- Almir Valandro MDBR$ 9,4 mil · 200 votosR$ 46,9
Votos por real
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.