Paula Munhoz
Ana Paula Munhoz · nasceu em 1972
Paula Munhoz se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2004), PV (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, ensino médio, artesão, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paula Munhoz declarou R$ 34,7 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 15,2 mil acima da inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Paula MunhozR$ 34,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paula Munhoz declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Analândia (SP) · PV · não eleita
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Analândia (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 3,51 por voto. Quem venceu, Dirceu Da Pizzaria, gastou R$ 1,58 por voto. O voto mais caro custou R$ 106; o mais barato, R$ 1,58.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dra Renata PSDBR$ 2 mil · 19 votosR$ 106
- Berê MDBR$ 534 · 47 votosR$ 11,4
- Leandro Santarpio MDBR$ 815 · 208 votosR$ 3,92
- Zé Angelo MDBR$ 277 · 77 votosR$ 3,60
- Nando DEMR$ 396 · 113 votosR$ 3,51
- Ze Vivaldini PSBR$ 504 · 179 votosR$ 2,81
- João Sodelli DEMR$ 151 · 55 votosR$ 2,75
- Fernando Ometo MDBR$ 277 · 104 votosR$ 2,67
- Dirceu Da Pizzaria MDBR$ 277 · 176 votosR$ 1,58
Votos por real
- 2016, vereadora: 53 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 59 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.