Paty Paulista
Emilio Junior Mancuso de Almeida · nasceu em 1979
Paty Paulista se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2004), PV (2008), PHS (2010), PTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 33 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · RondôniaPHS 31580· centro-direitasuplente3.452 votos; 63º mais votado de 301 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Paty Paulista teve 3.452 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 63º lugar entre 301 candidatos.
Recebeu votos em 42 cidades. Cacoal deu 53,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paty Paulista declarou R$ 346,2 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 90,1 mil acima da inflação.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2012.
- Paty PaulistaR$ 346,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 83,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paty Paulista declarou ao TSE R$ 380 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 207 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Cacoal (RO) · PTB · eleito
De onde veio
- Pessoas11 pessoas, não nomeadasR$ 34,5 mil70%
- EmpresasTudo de Grafica Brasil LtdaR$ 12,5 mil25,3%
- Outros candidatosR$ 2.3394,7%
Para onde foi
- Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 12,3 mil25%
- Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 7.58115,4%
- TransporteR$ 2.3394,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.1522,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Cacoal (RO), 2012
Mediana da disputa: R$ 95,1 por voto. Quem venceu, Bruno Trevizani, gastou R$ 53 por voto. O voto mais caro custou R$ 295; o mais barato, R$ 53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Izaias Campana DCR$ 171 mil · 580 votosR$ 295
- Eduardo Pinheiro DCR$ 206 mil · 738 votosR$ 279
- Cida PSDBR$ 80 mil · 392 votosR$ 205
- Massa Barro DCR$ 94 mil · 559 votosR$ 168
- Corazinho PVR$ 196 mil · 1.412 votosR$ 139
- Donizeti Da Sucam PTBR$ 185 mil · 1.651 votosR$ 112
- Pedro Ferrazin PPR$ 94 mil · 989 votosR$ 95,1
- Lurdes Kemper MDBR$ 64 mil · 720 votosR$ 88,9
- Rafael DEMR$ 64 mil · 1.006 votosR$ 63,8
- Neto Da Canaã Confecções PSCR$ 55 mil · 933 votosR$ 59,3
- Caçula PSBR$ 54 mil · 944 votosR$ 57,4
- Bruno Trevizani PDTR$ 74 mil · 1.399 votosR$ 53
Votos por real
- 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 17 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.