Apuração
Vereadora · 2016 · PSD

Patricia Ferrari

Patricia Aparecida Pacifico · nasceu em 1984

Patricia Ferrari se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em todas.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP2012PP2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004, 2008, 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: PP (2004–2012), PSD (2016).

VereadoraPartidoPPPSD2004200620082010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, ensino médio, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · João Ramalho (SP)
    PSD 55614· direita
    eleita104 votos
  2. 2012
    Vereadora · João Ramalho (SP)
    PP 11614· direita
    eleita131 votos
  3. 2008
    Vereadora · João Ramalho (SP)
    PP 11614· direita
    eleita161 votos
  4. 2004
    Vereadora · João Ramalho (SP)
    PP 11614· direita· na urna, Patricia Pacifico
    eleita146 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Patricia Ferrari declarou R$ 130 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 94,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 130 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.000 na declaração)

Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Patricia FerrariR$ 130 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 130 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Patricia Ferrari declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 2,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · João Ramalho (SP) · PSD · eleita

De onde veio

R$ 785
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 785.
  1. Próprio bolsoR$ 70489,7%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 8110,3%

Para onde foi

R$ 785
O maior gasto foi com material impresso: 79% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 785. Toque numa parte para abrir.

Quanto custou cada voto: vereadora, João Ramalho (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 13,8 por voto. Quem venceu, Adilson Da Granja, gastou R$ 7,36 por voto. O voto mais caro custou R$ 238; o mais barato, R$ 7,36.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Tota PSDBR$ 1,2 mil · 5 votosR$ 238
  • Eliana Irmã Da Conceição PSDBR$ 1,2 mil · 9 votosR$ 132
  • Capoti PROSR$ 1,2 mil · 16 votosR$ 74,5
  • Celso Quechão SOLIDARIEDADER$ 1,2 mil · 19 votosR$ 62,7
  • Ailton Santos PSDBR$ 1,2 mil · 36 votosR$ 33,1
  • Edipo Xavier PSDBR$ 2,9 mil · 164 votosR$ 17,9
  • Marcos (Macarrão) PSDR$ 2,1 mil · 154 votosR$ 13,8
  • Bruno Sakata PSDBR$ 2,1 mil · 153 votosR$ 13,6
  • Zingo Papai Noel PSDR$ 1,2 mil · 93 votosR$ 13,1
  • Marcelo Henrique PROSR$ 1,2 mil · 95 votosR$ 12,5
  • Popó MDBR$ 1,4 mil · 159 votosR$ 8,81
  • Adilson Da Granja PSDBR$ 1,2 mil · 162 votosR$ 7,36

Votos por real

  • 2016, vereadora: 104 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 45 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 126 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 146 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.