Apuração
Deputada estadual · 2018 · PRTB

Patrícia Wanderley

Patrícia Gomes Wanderley · nasceu em 1981

Patrícia Wanderley se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2018, e foi eleita em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012DC2016PRTB2018PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.

Passou por 2 partidos: DC (2012), PRTB (2016–2018).

Dep. estadualVereadoraPartidoDCPRTB2012201420162018
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 37 anos, superior completo, enfermeiro, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputada estadual · Alagoas
    PRTB 28321· direita
    suplente27 votos; 265º mais votada de 281 no estado
  2. 2016
    PRTB 28777· direita· na urna, Patricia Enfermeira
    candidatura não chegou à urna
  3. 2012
    DC 27777· direita· na urna, Patrícia Enfermeira
    eleita449 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Patrícia Wanderley teve 27 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 265º lugar entre 281 candidatos.

Recebeu votos em 9 cidades. Maceió deu 59,3% deles.

27 votos
votos para deputada estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 27 votos.
  1. Maceió (AL)16 votos59,3%
  2. Matriz de Camaragibe (AL)4 votos14,8%
  3. Rio Largo (AL)1 voto3,7%
  4. Atalaia (AL)1 voto3,7%
  5. Arapiraca (AL)1 voto3,7%
  6. Palmeira dos Índios (AL)1 voto3,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Patrícia Wanderley declarou R$ 295,8 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2018, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 295,8 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 135.000 na declaração)

Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2012.

Cada quadrado é 1% de R$ 295,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Patrícia Wanderley declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 9,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · Matriz de Camaragibe (AL) · PRTB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 253
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 253
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereadora, Matriz de Camaragibe (AL), 2016

Mediana da disputa: R$ 15,7 por voto. Quem venceu, Leunam, gastou R$ 6,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,2; o mais barato, R$ 6,62.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Gordo Do Mirinda PLR$ 4,4 mil · 66 votosR$ 66,2
  • Cicero Da Abelha PPR$ 7,4 mil · 115 votosR$ 64,8
  • Brito Prestanista PSLR$ 8,4 mil · 238 votosR$ 35,4
  • Dunga PPR$ 7,6 mil · 216 votosR$ 35,2
  • Cabeludo PPR$ 3,8 mil · 116 votosR$ 32,4
  • Junior Monange MOBILIZAR$ 10 mil · 446 votosR$ 22,4
  • Paulo Bolevard PSDR$ 13 mil · 799 votosR$ 15,7
  • Dedi Evangelista PSDR$ 12 mil · 871 votosR$ 13,3
  • Havilá PSLR$ 11 mil · 910 votosR$ 11,7
  • Bau Germano PSLR$ 3,7 mil · 411 votosR$ 8,97
  • Mario Galdino PTR$ 3,9 mil · 453 votosR$ 8,53
  • Leunam MOBILIZAR$ 4,7 mil · 709 votosR$ 6,62

Votos por real

  • 2012, vereadora: 45 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.