Patrícia Wanderley
Patrícia Gomes Wanderley · nasceu em 1981
Patrícia Wanderley se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2018, e foi eleita em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Passou por 2 partidos: DC (2012), PRTB (2016–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 37 anos, superior completo, enfermeiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2016Vereadora · Matriz de Camaragibe (AL)PRTB 28777· direita· na urna, Patricia Enfermeiracandidatura não chegou à urna
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Patrícia Wanderley teve 27 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 265º lugar entre 281 candidatos.
Recebeu votos em 9 cidades. Maceió deu 59,3% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Patrícia Wanderley declarou R$ 295,8 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2018, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Patrícia Wanderley declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 9,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Matriz de Camaragibe (AL) · PRTB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Matriz de Camaragibe (AL), 2016
Mediana da disputa: R$ 15,7 por voto. Quem venceu, Leunam, gastou R$ 6,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,2; o mais barato, R$ 6,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gordo Do Mirinda PLR$ 4,4 mil · 66 votosR$ 66,2
- Cicero Da Abelha PPR$ 7,4 mil · 115 votosR$ 64,8
- Brito Prestanista PSLR$ 8,4 mil · 238 votosR$ 35,4
- Dunga PPR$ 7,6 mil · 216 votosR$ 35,2
- Cabeludo PPR$ 3,8 mil · 116 votosR$ 32,4
- Junior Monange MOBILIZAR$ 10 mil · 446 votosR$ 22,4
- Paulo Bolevard PSDR$ 13 mil · 799 votosR$ 15,7
- Dedi Evangelista PSDR$ 12 mil · 871 votosR$ 13,3
- Havilá PSLR$ 11 mil · 910 votosR$ 11,7
- Bau Germano PSLR$ 3,7 mil · 411 votosR$ 8,97
- Mario Galdino PTR$ 3,9 mil · 453 votosR$ 8,53
- Leunam MOBILIZAR$ 4,7 mil · 709 votosR$ 6,62
Votos por real
- 2012, vereadora: 45 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.