Patricia de Zé Bolinha
Patricia Gomes Dantas · nasceu em 1983
Patricia de Zé Bolinha disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Frei Martinho (PB)), pelo PSD: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Patricia de Zé Bolinha declarou R$ 26,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.
- Patricia de Zé BolinhaR$ 26,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 8.123
- Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Patricia de Zé Bolinha declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereadora · Frei Martinho (PB) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.29568,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 40521,4%
- Material impressoR$ 19410,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Frei Martinho (PB), 2016
Mediana da disputa: R$ 40,6 por voto. Quem venceu, Rodolfo Moraes, gastou R$ 21,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.511; o mais barato, R$ 21,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cícero Pilão PSDBR$ 4,5 mil · 3 votosR$ 1.511
- Ari Moura PSDBR$ 6,1 mil · 26 votosR$ 236
- Valmira MOBILIZAR$ 4,6 mil · 24 votosR$ 192
- Jean Da Quixaba MDBR$ 5,9 mil · 60 votosR$ 98,5
- Marcos De Tôtô PDTR$ 5,2 mil · 110 votosR$ 47,6
- Diocelso MOBILIZAR$ 5,1 mil · 110 votosR$ 46,5
- Jefferson PSBR$ 6,8 mil · 168 votosR$ 40,6
- Nalma MOBILIZAR$ 6,1 mil · 160 votosR$ 38,2
- Heri Federal PSDBR$ 4,9 mil · 132 votosR$ 37,4
- Felipy Pinto PSDR$ 6,1 mil · 178 votosR$ 34,5
- Piter DEMR$ 5,3 mil · 238 votosR$ 22,5
- Rodolfo Moraes PSBR$ 5,9 mil · 276 votosR$ 21,6
Votos por real
- 2016, vereadora: 18 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.