Pataú
Valdenir Brandão Correa · nasceu em 1978
Pataú se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pataú declarou R$ 7.182 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 26,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 33% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- PataúR$ 7.182
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pataú declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1 mil, 47% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Laranjal (MG) · PC do B · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Laranjal (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 22,3 por voto. Quem venceu, João Do Dino, gastou R$ 15,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 991; o mais barato, R$ 15,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Piray PSDR$ 4 mil · 4 votosR$ 991
- Letícia Siqueira PATRIOTAR$ 14 mil · 96 votosR$ 150
- Thiago Piray PSDR$ 3,8 mil · 41 votosR$ 92
- Claudia Deveza REPUBLICANOSR$ 2,7 mil · 74 votosR$ 37
- Marcelo Da Saúde PATRIOTAR$ 8,8 mil · 262 votosR$ 33,5
- Julita Do Ademir DEMR$ 2,8 mil · 96 votosR$ 29,2
- Diogo Guedes PLR$ 5,1 mil · 228 votosR$ 22,3
- José Carlos Da Prefeitura DEMR$ 2,4 mil · 134 votosR$ 17,7
- Chiquinho Do Arthur PATRIOTAR$ 2,5 mil · 152 votosR$ 16,7
- Marquinho Viana PSDR$ 3,8 mil · 228 votosR$ 16,5
- Guilherme Sapucaia PSDR$ 3,8 mil · 236 votosR$ 16
- João Do Dino PSDR$ 3,6 mil · 230 votosR$ 15,7
Votos por real
- 2016, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.