Apuração
Deputado federal · 2026 · PSOL

Pastor Sergio Emilio

Sérgio Emílio Meira Santos · nasceu em 1971

Pastor Sergio Emilio se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2026, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,16← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2014AGIR2016PP2024REDE2026PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 5 partidos: PTB (2004), AGIR (2014), PP (2016), REDE (2024), PSOL (2026).

Dep. federalVereadorPartidoPTBAGIRPPREDEPSOL’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, não eleito.

Declarou ao TSE em 2026: 55 anos, superior completo, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado federal · Bahia
    PSOL 5013· esquerda
    não eleito340 votos; 369º mais votado de 502 no estado
  2. 2024
    REDE 18777· centro-esquerda· na urna, Sérgio Emilio
    não eleito
  3. 2016
    PP 11111· direita
    candidatura não chegou à urna
  4. 2014
    Deputado federal · Bahia
    AGIR 3600· direita· na urna, Sérgio Emílio
    suplente5.008 votos; 93º mais votado de 312 no estado
  5. 2004
    PTB 14789· centro-direita· na urna, Sérgio Emílio
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Pastor Sergio Emilio teve 340 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 369º lugar entre 502 candidatos.

Recebeu votos em 65 cidades. Vitória da Conquista deu 54,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,9%.

340 votos
votos para deputado federal em 2026
Cada quadrado é 1% de 340 votos.
  1. Vitória da Conquista (BA)185 votos54,4%
  2. Salvador (BA)35 votos10,3%
  3. Ilhéus (BA)14 votos4,1%
  4. Feira de Santana (BA)8 votos2,4%
  5. Jacobina (BA)5 votos1,5%
  6. Outras 50 cidades58 votos17,1%
As outras 1 eleições para deputado
5.008 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 5.008 votos.
  1. Vitória da Conquista (BA)1.721 votos34,4%
  2. Jequié (BA)1.173 votos23,4%
  3. Maracás (BA)251 votos5%
  4. Canavieiras (BA)95 votos1,9%
  5. Condeúba (BA)88 votos1,8%
  6. Outras 136 cidades959 votos19,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Pastor Sergio Emilio declarou R$ 18,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2014 e 2024, o total subiu R$ 7.922 acima da inflação.

Em 2026, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 18,6 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 16.840 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.

  • Pastor Sergio EmilioR$ 18,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 11 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 90 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 18,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pastor Sergio Emilio declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2026, para deputado federal: R$ 46 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado federal · Bahia · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 46,4 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 27,6 mil
O maior gasto foi com serviços: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,6 mil.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 12 mil43,6%
  2. PesquisasTudo de Rio Gaviao Consultoria E Assessoria Municipal LtdaR$ 11,4 mil41,4%
  3. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 4.00014,5%
  4. TransporteR$ 1500,5%
  5. EscritórioR$ 2< 0,1%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Bahia, 2026

Mediana da disputa: R$ 26,4 por voto. Quem venceu, Roberta Roma, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.599; o mais barato, R$ 14,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado federal: 12 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa (contas parciais).
  • 2024, vereador: 40 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.