Apuração
Vereador · 2016 · REPUBLICANOS

Pastor Rodrigo

Rodrigo Cesar Carvalho Pefister · nasceu em 1981

Pastor Rodrigo se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PV2016REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PV (2008), REPUBLICANOS (2016).

VereadorPartidoPVREPUBLICANOS20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, superior incompleto, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Arcos (MG)
    REPUBLICANOS 10123· direita
    eleito305 votos
  2. 2008
    Vereador · Arcos (MG)
    PV 43143· centro-esquerda· na urna, Rodrigo César
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pastor Rodrigo declarou ao TSE R$ 6,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Arcos (MG) · REPUBLICANOS · eleito

De onde veio

R$ 5.245
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.245.
  1. Próprio bolsoR$ 4.53486,4%
  2. PartidoTudo de Partido Social Democratico De Arcos - MgR$ 4899,3%
  3. Outros candidatosR$ 2224,2%

Para onde foi

R$ 5.245
O maior gasto foi com material impresso: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.245. Toque numa parte para abrir.

Quanto custou cada voto: vereador, Arcos (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 47,1 por voto. Quem venceu, Marcelo Estevam, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 14,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Toninho Da Pamonha PSDR$ 12 mil · 63 votosR$ 194
  • Guilherme Pisca MOBILIZAR$ 17 mil · 142 votosR$ 118
  • Magda Fontes PSDBR$ 16 mil · 212 votosR$ 76,5
  • Ebinho Do Pao De Queijo REPUBLICANOSR$ 11 mil · 164 votosR$ 67,4
  • Vinicius Do Mini-Preço PSBR$ 13 mil · 217 votosR$ 60,8
  • Maria Helena AGIRR$ 11 mil · 229 votosR$ 47,1
  • Joao Do Lico PLR$ 13 mil · 288 votosR$ 46,7
  • Wirlei Alves PHSR$ 16 mil · 547 votosR$ 29,2
  • Jamir Leiteiro MDBR$ 14 mil · 478 votosR$ 28,4
  • Marcelo Estevam PVR$ 13 mil · 924 votosR$ 14,3

Votos por real

  • 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 152 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.